Nova classe média tem maioria feminina e renda entre 1 a 4 mil reais

Publicado: 08/08/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

Segundo os dados, novo grupo é majoritariamente urbano, mora em cidades de pequeno porte e têm quase todas as suas crianças na escola

Agência Brasil

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Perfil elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República revela que a nova classe média brasileira, formada por 95 milhões de pessoas, tem a maioria feminina (51%) e branca (52%) e é predominantemente adulta, com mais de 25 anos (63%).
Os dados são da Pesquisa de Amostra Domiciliar (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) antes do Censo 2010, e agora recompilados pela SAE para estabelecer o perfil da classe C – que, na última década, teve o ingresso de 31 milhões de pessoas e tornou o estrato social mais volumoso. A renda familiar da classe média varia de R$ 1 mil a R$ 4 mil mensais.
O perfil da nova classe média é tema do seminário que o governo promove nesta segunda-feira (8), em Brasília, para estabelecer novas políticas sociais para o segmento.
Segundo os dados, a nova classe média é majoritariamente urbana (89%) e, em sua maioria, está em três regiões brasileiras: Sul (61%), Sudeste (59%) e Centro-Oeste (56%). O percentual da população nesse estrato social é maior em cidades de pequeno porte (45%), com menos de 100 mil habitantes, do que em regiões metropolitanas (32%) e em cidades de médio porte (23%).
Os dados educacionais revelam que 99% das crianças e adolescentes (7 a 14 anos) da classe média frequentam a escola. A proporção é a mesma que a da classe alta. A frequência escolar nas faixas etárias mais elevadas é, no entanto, comparativamente menor. Na classe alta, 95% dos jovens de 15 a 17 anos e 54% dos adultos de 18 a 24 anos frequentam escola; enquanto, na classe emergente, os percentuais caem para 87% e 28%, respectivamente.
Apesar do perfil escolar mais baixo, a SAE afirma que a classe C tem buscado incrementar a formação escolar. Segundo o secretário executivo da SAE, Roger Leal, o total de anos dedicados ao estudo é maior que no passado, e a classe C tende a se beneficiar da melhoria da qualidade no ensino. Para ele, é natural a junção entre um acesso mais amplo à educação e um espaço maior no mercado de trabalho.
Conforme a SAE, seis em cada dez pessoas da classe C estão empregadas. A maioria dessas tem registro formal (42% com carteira assinada e 11% como funcionário público); 19% trabalham sem registro; outros19% trabalham por conta própria; 3% são empregadores; e 6% não são remunerados. O perfil de formalização da classe C (53%) está acima da média nacional (47%), mas, na classe alta, o índice de formalização é maior, 59%.
“O fato de a pessoa chegar à classe média, de ter tido um incremento do rendimento, experimentado alguma ascensão social, não significa dizer que houve formalização do emprego”, pondera Leal, ao destacar que não há uma relação rigorosa entre a melhoria da qualidade de vida e a legalização do vínculo empregatício. “Isso não quer dizer que o combate à pobreza gere formalização do emprego.”
Ainda conforme os dados compilados da Pnad 2009, três quartos da classe C moram em casa própria, sendo 99% dos domicílios de alvenaria ou madeira aparelhada; com forro ou cobertura de laje, telhado ou madeira aparelhada.
Despesas
As famílias da chamada nova classe média gastam mais de sua renda com alimentação, habitação, vestuário, higiene e cuidados especiais, assistência à saúde, fumo e serviços pessoais do que as famílias da classe alta (classes A e B).
Segundo o secretário executivo da SAE, Roger Leal, “a academia vem legitimando” essa faixa de renda como de classe C. “Os diferentes parâmetros usados não fogem muito dessa faixa”, disse. Ele reconhece, no entanto, que um intervalo de renda que começa com valor inferior a dois salários mínimos (R$ 1.090) pode ser contestado. “Sempre a definição de limites é passível de discussão”, admitiu.
Leal pondera que a faixa comporta grande variação de potencial de consumo, desde domicílios que têm R$ 250 de renda familiar per capita até domicílios com R$ 1 mil (média de quatro pessoas por domicílio) de renda. “Dentro dessa banda, há diferentes patamares e variações. Eu não estou querendo dizer que aquele que recebe R$ 250 é igual aquele que recebe R$ 1 mil”, disse, ao destacar a heterogeneidade do potencial de consumo.
Para o secretário executivo da SAE, a classe C se beneficiou das políticas sociais que, desde 2003, diminuíram a desigualdade. Conforme os dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad), de 2009, a taxa de crescimento na renda per capita dos 10% mais pobres foi cerca de quatro vezes acima da taxa de crescimento entre os 10% mais ricos da população.
Leal reconhece, no entanto, que o país ainda é desigual e não conseguiu eliminar a pobreza. “A ascensão significativa não afastou a possibilidade de extrema pobreza. Por isso, o [Plano] Brasil sem Miséria”, disse, fazendo referência ao programa lançado pelo governo em junho.
Os dados analisados pela SAE serão publicados no site www.sae.gov.br/novaclassemedia.
Fonte: IstoÉ.

“O futuro do luxo no Brasil está no crescimento da classe C”

Publicado: 30/06/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Soraia Yoshida, Época Negócios

Para Carlos Ferreirinha, reconhecido como o maior especialista em mercado de luxo no país, as empresas que se dispuserem a educar esse novo consumidor colherão bons resultados em médio e longo prazos

 
Carlos Ferreirinha é um homem prático. Elegante, sem ser esnobe, ele preza pelo contato direto, mas com uma agenda em que tempo é uma commodity preciosa, ele se equilibra entre viagens, reuniões e cursos. Ferreirinha realizou em maio a ATUALUXO Brasil 2011, a primeira conferência sobre gestão de luxo do país, seguida por um curso para empresários e executivos em São Paulo. Apontado como o maior especialista em mercado de luxo no país, Ferreirinha é o primeiro nome na lista de consultores das empresas estrangeiras com planos de se instalar e se expandir no Brasil. Entre janeiro do ano passado e maio deste ano, sua agenda registra mais de 20 reuniões com executivos de grandes companhias e conglomerados do setor que buscam a resposta a uma pergunta: Qual é o melhor momento para investir no Brasil?

“Eu sempre digo: não espere o melhor momento. Comece agora”. Esse timing, aliado a um conhecimento profundo do perfil do consumidor nacional, valeu um lugar de destaque a sua consultoria, a MCF. Em parceria com a GfK, a MCF publica anualmente um estudo sobre os números do luxo no Brasil. E que números. Em 2010, os brasileiros gastaram cerca de R$ 15,73 bilhões em artigos de luxo – na média, é como se cada brasileiro tivesse gasto R$ 4.710 por mês. O setor, porém, está restrito a 2,5% da população. Mas isso está mudando. “A classe média voltou a liderar o consumo, o que é um fenômeno recente, de dois, três anos para cá. Mas é aí que reside o futuro do mercado de luxo no Brasil”.

Ex-presidente da Louis Vuitton Brasil, há dez anos iniciou carreira como consultor. Também ajudou a fundar a Abrael – Associação Brasileira das Empresas de Luxo. “O mercado brasileiro é muito promissor. As grandes marcas lá fora estão recebendo brasileiros em suas operações como nunca. O maior concorrente da Tiffany’s em São Paulo é a Tiffany’s em Nova York.”

Como você definiria o mercado de luxo no Brasil?
O Brasil é um mercado promissor para o qual todo mundo olha no segmento de luxo. É também um país muito jovem. Vamos chegar a 2020 com faixa etária média de 34 anos de idade. Na Europa, é quase o dobro. Então, nós estamos entregando uma possibilidade de consumo muito jovial que deve se perpetuar nesses próximos anos. Mas é importante dizer: é um mercado promissor em longo e médio prazos. O que nós fizemos até agora foi a sedimentação muito incipiente e ainda muito embrionária do que ele pode ser.

Se ainda estamos nesse estágio, por que então só se lê artigos na mídia estrangeira dizendo que o Brasil é a salvação do setor e que os brasileiros são loucos por luxo?
Os mercados de luxo mais importantes sempre foram Japão e Estados Unidos. O Japão hoje está muito enfraquecido, os Estados Unidos também. A China é aquele espetáculo de consumo. Você tem a Rússia, que perdeu um pouco da força, mas ainda demonstra vigor. O que resta no mundo? A América Latina. Olhando para a América Latina, você só tem dois mercados relevantes, México e Brasil. O México possui uma economia muito dependente dos Estados Unidos e, portanto, tem sofrido solavancos enormes. Aí você olha para o Brasil. Um país com essa alegria, a economia crescendo regularmente sob um governo democrático, o brasileiro gastando como nunca. As grandes marcas estão recebendo brasileiros em suas operações no exterior como nunca receberam nos últimos 50 anos. Os executivos que precisam tomar decisões para os próximos dez anos pensam: eu vou para o Brasil. Mas só que isso acontece lá fora, não é aqui.

Mas as pesquisas mostram que os brasileiros estão consumindo mais no país, incluindo produtos de luxo.
Há uma reflexão importante a ser feita. Quantas lojas Gucci nós temos neste país? Duas (a Gucci deve abrir uma loja somente para homens em São Paulo em 2012). Quantas lojas Chanel? Duas. E quantas lojas Louis Vuitton após 20 anos de presença no país? Estamos ainda na sexta loja. A Louis Vuitton sempre quis abrir mais lojas. A LV sempre foi demandada corporativamente a abrir mais lojas. Só que os números não fechavam. Em que outro lugar do mundo se vê operadoras como o Shopping Iguatemi e o Cidade Jardim sendo parceiros das marcas e operando como devedor e investidor? Por que eles fazem isso? Porque têm dinheiro? Não, eles fazem isso para encurtar o tempo de tomada de decisão dessas marcas. Parte delas não consegue entender o mercado brasileiro em seu grau de complexidade, de burocracia, de mudanças de regras e de onerosidade. As empresas não entendem por que têm de pagar 2,2 vezes o salário quando contratam um funcionário. Tem o custo de importação com todos os impostos aqui dentro. O custo Brasil é muito alto. O ponto de reflexão que fica é: se mesmo assim estamos entregando esses números, imagine o que a gente não poderia fazer pelo mercado brasileiro? O Brasil cresceu quase 80% em termos de consumo de cartão de crédito lá fora. É uma cifra surpreendente.

Quer dizer que o brasileiro está gastando bastante, mas não necessariamente aqui, então?
Se você perguntar às operações de luxo no Brasil, eles não estão preocupados com a loja ao lado ou com os produtos falsificados. Isso não tira o sono deles. O que tira o sono é o consumidor que viaja para o exterior. O maior concorrente da Tiffany’s em São Paulo é a Tiffany’s em Nova York. As marcas estão concorrendo com elas mesmas. Agora, quando você enxerga o mercado brasileiro no médio e longo prazos, faz todo sentido estar aqui no Brasil. Porque em algum momento tudo isso terá de ser organizado.

De quantos anos estamos falando?
Cinco a dez anos. Nós temos hoje muita abertura para conversa, mas acho que nesse espaço de tempo veremos mudanças importantes no Brasil.

Pode ser pouco tempo para aprovar mudanças de alcance tão grande. Qual é o grande risco se essas mudanças não acontecerem?
Eu acho difícil que consigamos manter nosso grau de competitividade sem rever urgentemente o custo Brasil. O Brasil é essa potência, mas está muito pautado nas commodities, nos agros… No segmento de luxo nós temos um crescimento importante, mas ainda um crescimento no topo. É o consumo do helicóptero, da lancha, do barco, do apartamento de R$ 20 milhões. Somos um país que vende loucamente helicópteros e, ao mesmo tempo, varejistas como Ricardo Eletro, Magazine Luiza e Casas Bahia, que olharam para a base da pirâmide, se deram bem.

Essas empresas, aliás, estão investindo em lojas diferenciadas, com produtos que antes o consumidor tradicional não encontraria nas prateleiras.
É aí que reside o futuro do mercado de luxo no Brasil. A classe média voltou a liderar o consumo no país e isso é um fenômeno de dois, três anos. Nós precisamos dessa classe média e ela precisa ser educada no consumo aspiracional. O segmento de luxo está associado a desejo, a vontade, manifestação verdadeira de se aventurar por consumo de prazer. O Sul tem renda per capita, mas ainda é mais conservador, tem uma cultura de consumo mais dolorida. O Nordeste é o contrário, não tem a renda per capita, mas tem a vontade. Ninguém poderia imaginar que o Nordeste, após São Paulo, lideraria os investimentos imobiliários de alto padrão, afinal, o dinheiro está no Sul. Mas o Nordeste tem a vontade. O Brasil inteiro precisa despertar como um país de consumo verdadeiro, não apenas dependente de São Paulo, que concentra de 68 a 75% do mercado.

Você se surpreende com o desejo de consumo da nova classe média?
Nós, brasileiros, somos muito impulsivos. Não temos visão equacionada de renda, a gente gasta muito mais do que deve. A gente compra no cartão, paga o mínimo, continua pagando e continua gastando. O brasileiro se vira. E mesmo o consumidor que viaja com freqüência tem o impulso de consumo e compra por aqui. O brasileiro é muito emocional na hora de consumir. Quando você compara o consumidor tradicional de produtos de luxo com esse novo consumidor, o comportamento é o mesmo: o “eu quero e quero agora”.

Quanto a classe média gasta com luxo? Qual é o tíquete médio?
Vamos tirar os extremos do mercado de luxo brasileiro, aquele consumidor que compra apartamentos de R$ 20 milhões, barcos de R$ 15 milhões. Estamos falando de valores próximos a R$ 4.700, que são valores médios de consumo importantes e absolutamente significativos.

E quando falamos de salários, de que nível estamos falando?
Quem consegue manter um consumo de R$ 3.500 a R$ 4.000 por mês tem um salário que ultrapassa os R$ 10 mil. Mas há uma base de consumidor importante que não pensa que a bolsa custa R$ 5 mil. Pensa que a bolsa custa dez parcelas de R$ 500. Cinco mil ele não pode pagar, mas dez parcelas de R$ 500, ele pode.

Mas as lojas desse nível vendem parcelado assim?
Muitas. Tem lojas vendendo em seis, cinco, três parcelas.

Essa nova geração de consumidores tem muito apreço por marcas e produtos de luxo bem conhecidos, como o relógio Rolex e o carro esporte Ferrari. E, ao contrário do consumidor europeu, não tem vergonha de admitir isso.
Você trouxe dois pontos importantes aí. As marcas que são ícones e sempre foram chanceladas terão prioridade na escolha desse novo consumidor. Para ele, a coroa da Rolex faz sentido, a estrela da Montblanc faz sentido, o vermelho da Ferrari faz sentido… Tudo aquilo que evocar uma relevância terá prioridade em sua vida. Mas isso traz um ônus. Nem todos os consumidores estão chegando bem informados. Para o conhecedor de relógio, a Roger Dubuis é uma marca inacreditável. Muitos brasileiros nunca ouviram falar. Na Europa, você tem os anúncios da marca em outdoors, nas revistas, as próprias lojas… Para que a Roger Dubuis entre no Brasil e ganhe força de consumo, é preciso um tempo enorme para educar o consumidor brasileiro até que ele tome a decisão de compra pelo relógio Roger Dubuis. Então, o que eu digo para as marcas é: não confundam o fato de ter um nome de muito prestígio e conhecimento internacional, pois não necessariamente isso é sinônimo de sucesso no Brasil. O mercado brasileiro é feito de particularidades e peculiaridades e as marcas vão ter de aprender isso ao longo do tempo.

E mesmo dizendo isso, muitas empresas ainda estão dispostas a fazer o investimento?
Sim, pois vai fazer diferença quem está aqui ou não. É preciso estar aqui para atingir esse consumidor. Eu digo sempre a eles: não esperem o melhor momento. Comecem agora. Quem conseguir educar esse consumidor brasileiro novo no segmento de luxo vai colher resultados diferenciados. Estamos vivendo uma ebulição social brasileira, que está acima da econômica. Eu faço até uma brincadeira dizendo que nós, brasileiros, aprendemos a consumir, e a gente está gostando bastante disso.

Além do impulso de compra, qual é a diferença entre o consumo de luxo no Brasil e lá fora?
As marcas lá fora lidam muito com o dinheiro que transita, vendendo produtos para todas as nacionalidades. Então, na loja, você é apenas mais um consumidor comprando na moeda local. No Brasil nós lidamos com 100% de cliente local. O japonês não compra no Brasil, o chinês não compra, o russo não compra aqui. Foi assim durante muitos anos. Então nós tivemos que aprender tudo sobre esse consumidor local. Nós aprendemos, inclusive, a entreter esse consumidor. Em nenhum lugar do mundo você faz jantar, apresenta quadros, faz festa, tudo na loja. E por quê? Para entreter. Durante anos, a base de clientes do mercado de luxo não se renovou no Brasil, você tinha que lidar com o mesmo cliente e portanto tinha de criar maneiras para continuar atraindo esse consumidor.

Tem um ponto importante que pesa para o consumidor brasileiro: a maneira como ele se relaciona com algumas lojas. Ele gosta de comprar onde conhece a atendente, tem uma gerente amiga e se sente bem tratado e não intimidado, como pode acontecer lá fora.
Se você me perguntar, eu acho que é exatamente nesse ponto que faremos a diferença nesse setor. O Brasil será uma escola de serviços. Com todo respeito, a Suíça é a escola mundial de hotelaria. Não será mais. O Brasil será essa escola, tudo o que estiver relacionado a serviço de luxo ganhará espaço no Brasil. As marcas internacionais terão espaço no Brasil? Claro que sim. Mas tudo o que estiver relacionado a gastronomia, hotelaria, centros de beleza, spas, qualquer atividade diretamente ligada à prestação de serviços, nós seremos fundamentais. Essa equação brasileira de “transfusão de humanização”, de paixão, de carinho, de emoção que o brasileiro consegue colocar no que faz é nosso forte. Com gente tecnicamente treinada, o Brasil será o berço mundial desses serviços. É só olhar para as operações nacionais, como Fasano, Unique, Ponta dos Ganchos e tantas outras, que apresentam um desempenho muito superior a de outras cadeias do mesmo nível.

O que vai acontecer com o Brasil quando todas essas marcas decidirem se instalar aqui? Vai ter espaço para todo mundo?
Há alguns meses eu participei de uma conferência voltada a executivos do Grupo Richemont, que inclui Mont Blanc. Eu fiz um comentário que vou repetir aqui: “Se todos vocês, se todas as marcas do grupo Richmond decidirem ir para o Brasil agora, vocês não vão ter espaço”. Não é que não tem espaço consumidor. Não tem espaço físico. O Nordeste não está preparado para receber essas operações. No Rio, o Shopping Leblon está em fase de revisão e o Fashion Mall, de renovação. E quando se vem para São Paulo, o Shopping Iguatemi está lotado, não tem mais espaço pelos próximos dois anos. O Cidade Jardim também está lotado, só vai ter uma expansão daqui a um bom tempo. Então hoje se alguém quiser entrar não terá espaço. Nós não somos um país de lojas de departamentos, em que as empresas montamum espaço (um corner) e só depois de testarem o mercado é que decidem abrir seu ponto. Nós somos um país de shopping centers e os shopping trabalham com lojas – totalmente diferente. A Daslu que podia ser essa opção sofreu um revés enorme. Quem decidir entrar vai levar um ano, um ano e meio para negociar espaço nos shopping centers.

Ou seja, a hora é agora.

Cidades que mais contrataram e as que mais demitiram em maio no Brasil

Publicado: 21/06/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

São Paulo lidera ranking, com 17 mil vagas criadas no 5º mês do ano.
Na outra ponta, Vacaria (RS) foi a cidade que mais demitiu no mês.

Do G1, em São Paulo

O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira (20) os dados municipais de criação de empregos formais de maio de 2011. De acordo com o levantamento, oito dos dez municípios que mais criaram postos de trabalho com carteira assinada foram capitais.

São Paulo lidera, com 17,6 mil vagas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 6,7 mil novos postos. Fora das capitais, Bebedouro e Matão, ambas no interior de São Paulo, também foram destaque de criação de postos formais, com 3,7 mil e 2,8 mil, respectivamente.

Na outra ponta, Vacaria (RS) foi a cidade que mais demitiu no mês, com 1,7 mil postos de trabalho formais a menos, seguida por Vitória de Santo Antão (PE), que perdeu 1,1 mil vagas.

Em todo o país, foram criados 252 mil empregos com carteira assinada em maio, número  abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 298 mil postos, recorde para o mês.

Confira abaixo as listas das 50 cidades que mais geraram postos de trabalho em maio de 2011 e as 50 que mais demitiram no mês. As capitais estão em negrito.

Cidade                                                                                      Saldo de vagas
(diferença entre contratações e demissões)
São Paulo (SP) 17.670
Rio de Janeiro (RJ) 6.740
Belo Horizonte (MG) 5.218
Bebedouro (SP) 3.724
Goiania (GO) 3.319
Porto Alegre (RS) 3.157
Curitiba (PR) 2.853
Salvador (BA) 2.834
Matão (SP) 2.801
Manaus (AM) 2.613
Fortaleza (CE) 2.153
Monte Azul Paulista (SP) 2.101
Dourados (MS) 2.098
Campo Grande (MS) 2.072
Campos dos Goytacazes (RJ) 2.067
Petrolina (PE) 2.067
Campinas (SP) 1.968
Penápolis (SP) 1.877
Florianópolis (SC) 1.710
Três Pontas (MG) 1.663
Recife (PE) 1.644
Juazeiro (BA) 1.450
Betim (MG) 1.400
Linhares (ES) 1.294
Guarulhos (SP) 1.273
Franca (SP) 1.271
Piracicaba (SP) 1.260
Contagem (MG) 1.242
Ipatinga (MG) 1.221
Boa Esperança (MG) 1.172
Itapetininga (SP) 1.158
Mogi Guacu (SP) 1.140
Goianésia (GO) 1.117
Vitória (ES) 1.090
Macaé (RJ) 1.085
São Bernardo do Campo (SP) 1.080
Cascavel (PR) 1.078
Machado (MG) 1.076
Ribeirão Preto (SP) 1.055
Joinville (SC) 1.047
Feira de Santana (BA) 1.046
Patrocínio (MG) 1.030
Aracruz (ES) 1.019
São Caetano do Sul (SP) 951
Sirinhaém (PE) 868
Monte Carmelo (MG) 866
Anápolis (GO) 854
Aparecida de Goiânia (GO) 852
São José do Rio Preto (SP) 844
Maringá (PR) 826
Cidade                                                                                      Saldo de vagas
(diferença entre contratações e demissões)
Vacaria (RS) -1.746
Vitória de Santo Antão (PE) -1.120
Porto Velho (RO)
-1.015
São Luís (MA)
-806
Fraiburgo (SC) -767
Uberaba (MG) -636
União dos Palmares (AL) -591
Boa Vista (RR)
-585
Parobe (RS) -542
Palmares (PE) -533
Sumaré (SP) -480
Itapetinga (BA) -423
Lages (SC) -394
Horizonte (CE) -386
Birigui (SP) -367
Rio Largo (AL) -355
Lauro de Freitas (BA) -326
Ribeirão Branco (SP) -324
Maranguape (CE) -320
Jaú (SP) -316
Palmas (PR) -312
Uruaçu (GO) -295
Uruguaiana (RS) -266
Balneário Camboriu (SC) -259
Apiaí (SP) -255
Itupeva (SP) -246
Nova Serrana (MG) -235
Angra dos Reis (RJ) -230
Caraguatatuba (SP) -228
Orlandia (SP) -222
Santa Vitória do Palmar (RS) -221
Russas (CE) -219
Alegrete (RS) -216
Balsas (MA) -213
Dom Pedrito (RS) -209
São Gabriel (RS) -199
Atalaia (AL) -198
Natal (RN)
-193
São Lourenço da Serra (SP) -188
Osvaldo Cruz (SP) -186
Novo Hamburgo (RS) -180
Bage (RS) -175
Marituba (PA) -171
Rio Negrinho (SC) -164
Tatuí (SP) -164
Mata de São João (BA) -162
Guarapuava (PR) -160
Martinópolis (SP) -158
São José dos Campos (SP) -153
Ribeirão Pires (SP) -148

Saiu nessa sexta-feira a sinopse do Censo Demográfico 2010

Publicado: 29/04/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

A sinopse contém os primeiros resultados definitivos do último censo e foi divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo a pesquisa, a população brasileira cresceu 12,3% desde 2000, quando havia 169,8 milhões de habitantes no país, e chegou a 190.755.799.

A população do Brasil cresceu no menor ritmo já registrado (1,12% ao ano) e de maneira desigual pelo território do país, com as maiores taxas concentradas nas regiões Norte e Centro-Oeste.

A população rural perdeu 2 milhões de pessoas e reduziu sua participação para 15,6% do total. Já a população urbana ganhou 23 milhões membros e hoje representa 84,4% do total dos brasileiros.

Para ver a matéria completa da BBC clique no link que segue: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=28559671

Aumenta o número de mulheres em cargos de chefia, diz pesquisa

Publicado: 17/03/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

As pequenas empresas são mais abertas à participação feminina. Ao todo, 26% das empresas com até 50 funcionários têm mulheres presidentes. (Fonte Bom dia Brasil Edição do dia 17/03/2011)

O futuro é cada vez mais promissor para todas as mulheres. Seja nas fábricas, nos escritórios ou no mundo dos negócios. Uma pesquisa mostra que, com firmeza e muita competência, as mulheres estão conquistando um lugar importante no mercado de trabalho, e nos cargos de chefia. Uma pesquisa de uma grande empresa de recrutamento mostra como as mulheres estão cada vez mais gerenciando e presidindo empresas. Até mesmo aquelas que pareciam redutos masculinos.

Formada em engenharia mecânica, a supervisora de logística Marina Sordi fez carreira em uma montadora. Ela comanda um grupo de mais de 160 pessoas, 20 são mulheres.

“Quando decidi fazer engenharia mecânica, meu avô dizia que isso era coisa de homem, mas eu dizia que gostava de fazer”, conta Marina.

As mulheres mostraram competência e se espalharam pelas mais diversas áreas e níveis da hierarquia corporativa. Não é exagero dizer que, hoje, o mundo dos negócios não funciona sem as mulheres. Reconhecendo a importância do sexo feminino, algumas empresas adotaram políticas específicas para valorizar e reter suas funcionárias talentosas.

“A gente retém as funcionárias mulheres que são super valorizadas aqui dentro, que a gente treinou durante a carreira e não quer perder”, reforça Roberta Perdomo, gerente de RH.

Uma pesquisa feita com 200 mil empresas mostra que o mercado de trabalho está mais receptivo às mulheres. Dez anos atrás, cerca de 30% dos cargos de supervisão eram tocados por elas, que hoje já estão em praticamente metade desses postos. Na presidência ou cargos equivalentes, apenas 15% eram mulheres, hoje são 23%.

“Avaliando os dados ano a ano, percebemos que as mulheres vão ocupar cada vez mais cargos de cheia”, observa a gerente de comunicação da Catho, Carolina Stilhano.

“A gente valoriza coisas diferentes da mulher. Às vezes o homem não sabe o que é a maternidade ou cuidar de uma casa. É esse equilíbrio que procuramos”, diz a diretora de marketing da Procter & Gamble, Juliana Azevedo.

Recém-formada em engenharia, a supervisora da Mercedez Bens, Edilene Catarroz, perdeu oportunidades de trabalho simplesmente por ser mulher. Na montadora, conseguiu vaga e subiu na empresa até se tornar a primeira mulher a supervisionar a área que cuida de logística e qualidade.

“De certa forma, abrimos caminho para outras mulheres. Isso que é legal”, diz Edilene.

Há 260 funcionários sob sua responsabilidade dela na área operacional. Eles já se acostumaram ao som mais agudo do comando, mas nem por isso menos firme.

“Homem e mulher não têm diferença, o que vale é a competência”, afirma um homem.

As pequenas empresas são mais abertas à participação feminina. A pesquisa mostra que 26% das empresas com até 50 funcionários têm mulheres presidentes. Já nas empresas com mais de 1,5 mil funcionários, esse índice é de apenas 5%. Ou seja, ainda há um longo caminho de mudanças pela frente.

Cerca de 33% das classes C, D e E compram influenciadas por celebridades

Publicado: 07/02/2011 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

Pesquisa realizada pelo Data Popular aponta que os consumidores da base da pirâmide econômica brasileira fazem suas compras influenciadas por alguma personalidade da TV. As mulheres demonstraram-se ser mais influenciáveis que os homens.

Dentre as celebridades mais apontadas na pesquisa estão:

– Luciano Huck, por passar uma imagem de família;

– Ivete Sangalo, pela alegria e

– Regina Casé, por ter um perfil com que a massa se identifica.

Outras celebridades são apontadas como promessa para cair, em breve, no gosto da classe média. São eles:

– Rodrigo Faro e Ana Hickmann. Ele pelo carisma e ela pela beleza.

Feche-se para balanço!

Publicado: 28/12/2010 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

Antes de chegar a virada do ano e você só ficar vagando com a frase “2011 promete”, comece a se planejar para que esta promessa vire realidade.  Mesmo que não seja um planejamento tão minucioso, mas é melhor que nenhum e uma frustação certa por ver que mais um ano se passou e você não fez nada que o deixasse satisfeito e orgulhoso de si.

Selecionei aqui um norte que ajudará a ver alguns pontos da carreira para 2011. São dicas que saíram na Exame.com

Boa leitura!!

Feliz 2011!!

Leitura direto na fonte:  http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/8-coisas-para-fazer-por-sua-carreira-antes-do-ano-novo?page=1&slug_name=8-coisas-para-fazer-por-sua-carreira-antes-do-ano-novo


8 coisas para fazer por sua carreira antes do ano novo

Saiba quais são as atividades que você não pode deixar para depois de 31 de dezembro

Talita Abrantes, de EXAME.com  

EXAME.com listou as 8 atitudes que você deve tomar por sua carreira antes que 2010 dê o último suspiro.

1. Atualize seu currículo
Uma maneira prática para definir o saldo de 2010 para a trajetória profissional é atualizar o currículo. Essa missão, no entanto, não se resume a apenas colocar uma nova data no topo do documento. Para deixar seu currículo pronto para eventuais oportunidades em 2011, é preciso fazer uma criteriosa revisão das principais conquistas ao longo do último ano.

O primeiro passo para isso é criar um levantamento de todos os números que embasaram suas realizações profissionais, como o quanto o seu setor cresceu ao longo do ano. Depois, avalie sistematicamente como você trabalhou para evoluir em sua própria formação acadêmica em 2010. Seus conhecimentos em outro idioma melhoraram? Você concluiu ou, pelo menos, começou algum curso de atualização neste ano?

Elenque tudo segundo ordem de relevância para o seu crescimento profissional e adicione as informações mais importantes ao seu currículo e carta de apresentação. Mas, cuidado para não cair em um dos 7 erros fatais do currículo.

2. Organize seus contatos
Sabe aquele montanha de cartões de visita que você recebeu ao longo de 2010? Para não deixar suas práticas de networking caiam no vazio, agora é a hora de colocá-los em ordem e agregar um destino útil a cada um deles.

Para começo de conversa, não os deixe amontoados em uma das gavetas da sua mesa. Organize-os, fisicamente, em ordem alfabética (de preferência, com base no nome da empresa e setor de atuação). Depois, passe todas essas informações para uma base de dados no computador. Vale os serviços do Outlook, uma planilha de Excel ou um documento do Google Docs.

Dica útil para o resto da vida profissional: após cada troca de cartão, anote na parte traseira dele informações relevantes sobre aquele contato, como a data em que conheceu a pessoa, o contexto do encontro e, até, algumas curiosidades que possam servir de pistas para que você retome o contato posteriormente, como o tipo de comida, música ou restaurante que ela aprecia.

3. Crie linhas de comunicação (e fuja dos spams)
Aproveite o clima propício do fim do ano para reativar o relacionamento com antigos contatos profissionais ou colegas de faculdade. Agora, nada de enviar e-mails padrão de boas festas para toda a sua lista.

“Monte uma mensagem de fim de ano mais individualizada, remeta ao último encontro que você teve com a pessoa e, em alguns casos, já proponha novo encontro ou parceria para 2011”, aconselha Fabiano Caxito, professor da FIA e autor do livro “Não deixo a vida me levar, a vida levo eu!” (Editora Saraiva).
 
Com base na lista de cartões que você acabou de organizar, defina quais daqueles contatos são realmente relevantes para a sua carreira profissional e para o seu networking.

“Crie estratégias para “cuidar” do seu relacionamento com essas pessoas ao longo de todo ano”, sugere Adriana Gomes, coordenadora da área de pessoas e do núcleo de carreiras da ESPM.

4. Caia na rede
Você até pode bater o pé contra isso. Mas pesquisa recente aponta: o recrutamento pela web já supera a contratação por indicação no Brasil. Por isso, acredite: para ser conhecido pelos principais recrutadores, é necessário se sobressair na internet.

Isso não significa que você precisa neste exato momento abrir uma nova janela e se cadastrar em todas as redes sociais possíveis. Neste caso, menos é mais, sim.

Por isso, escolha as mais relevantes para a sua área de atuação (nesse caso, LinkedIn é quase unanimidade) e comprometa-se a atualizá-las com freqüência.

Que tal aproveitar os próximos dias para construir sua reputação na web como especialista em sua área de atuação? Pensando nisso, Adriana sugere a criação de um blog. “O mercado de trabalho busca pessoas criativas, que tenham facilidade de relacionamento e que saibam se comunicar. Um blog é um bom meio para demonstrar isso”, diz.

No entanto, não vale apenas criar o blog, escrever alguns posts e deixá-lo às moscas. É preciso criar uma rotina de publicação periódica. Neste ponto, se seu senso de realidade alerta que a missão é quase impossível para seu cotidiano atribulado, então prefira a criação de um currículo ou portfólio na web.

5. Faça uma sabatina consigo mesmo
A próxima tarefa para os próximos dias? Feche-se para balanço. Isso mesmo. Apesar da correria para cumprir todas as obrigações profissionais e familiares em tempo, tire algumas horas para avaliar o quanto você evoluiu nos últimos meses.

Mas, nesse processo, não se atenha apenas aos números e aos dados concretos de evolução profissional. Para avaliar de maneira concreta a quantas anda a sua carreira, é preciso engajar-se em uma trajetória para dentro de si.

“A gente precisa se olhar de tempos em tempos para definir com sobriedade a vida que vislumbra para os próximos meses”, diz Marco Túlio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral.

Isso significa que os dias anteriores à virada devem ser dedicados para uma espécie de “jogo da verdade” individual. Você deve ser franco e analisar questões como o quanto satisfeito está com o seu trabalho, ou o quanto aquela rotina tem agregado para o desenvolvimento de suas competências profissionais e pessoais, entre outros pontos.
 
“A questão não é se você subiu na hierarquia, mas o quanto conseguiu evoluir em seu nível de contribuição profissional e qual o valor dado a isso”, afirma Zanini.

6. Elabore um plano de ação
Com base nessa espécie de “confessionário” (ou muro das lamentações) individual, elabore estratégias de ação para chacoalhar sua carreira no próximo ano. Cuidado com uma lista de intenções demasiadamente abstrata e romântica.

A dica, neste ponto, é ser o mais realista e preciso possível. Ou seja, não vale afirmar que precisa fazer um MBA em uma instituição estrangeira se você não tem dinheiro suficiente para isso ou não se enquadra no perfil para se candidatar a uma bolsa de estudos.

Dessa forma, seja metódico ao elaborar essa lista de propostas para 2011. Defina prazos e meios para tirá-las do papel.

7. Saia das nuvens e coloque os pés no chão
Não espere janeiro para colocar cada item dessa lista de intenções em prática. Por exemplo, se sua ideia é começar um curso de idiomas no próximo ano, inscreva-se antes do dia 31 de dezembro.

“Se esperar até 3 de janeiro é bem provável que esqueça de todas essas resoluções”, afirma Caxito. Para ele, todos têm até o fim do ano para “ultrapassar a fronteira do passar” e dar movimento para todas decisões profissionais ou pessoais.

8. Um quase sabático
Esforce-se para sair da caixa. É comum que, com o passar do tempo, muitos profissionais se enclausurem em assuntos e rotinas apenas referentes com sua area de atuação. Mas é preciso ir além disso.

“O movimento de criatividade e inovação é feito com base na abertura para diferentes áreas e culturas”, diz Adriana. Por isso, use os últimos suspiros de 2010 para experimentar livros, filmes e lugares diferentes daqueles que já fazem parte do seu cotidiano.