Áreas de trabalho mais promissoras em 2011

Publicado: 21/12/2010 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

Saiu hoje no G1 apontamentos das áreas de trabalhos mais promissoras no ano que de 2011 segundo especialistas.  São várias áreas em expansão no Brasil, dentre elas a área de RH, TI, Sáude e Bem-estar, até Meio-Ambiente e Finanças.

Ao final da matéria eles alertam que é importante investir também no auto-conhecimento, no idioma inglês, na busca de experiência com elaboração de projetos, uma vez que tudo hoje exige cronogramas, pois tempo é dinheiro e além disso organização e planejamento reduzem disperdícios para as empresas. E ainda que o profissional seja proativo. Aquele profissional que não fique parado na inércia esperando ordens.

Eu acrescentaria ainda, que falta também buscar se aprimorar no idioma português, principalmente na parte escrita  (inclusive e-mails), pois o que tem ainda de gente escrevendo errado não está no mapa. E não tem coisa mais desagradável receber algo repleto de erros básicos da nossa lingua. Tira um pouco da credibilidade  profissional.

É isso ai. Boa Leitura!

21/12/2010 06h29 – Atualizado em 21/12/2010 06h29

Especialistas apontam áreas de trabalho mais promissoras em 2011

Setores ligados ao desenvolvimento do país devem ser beneficiados. Economia aquecida e preparação para Copa ‘puxam’ profissionais. Gabriela Gasparin. Do G1, em São Paulo

 O ano de 2011 deverá ser mais promissor para setores ligados diretamente ao desenvolvimento do país, segundo especialistas em mercado de trabalho ouvidos pelo G1. O bom desempenho da economia brasileira aumenta a demanda por mão de obra qualificada para áreas como infraestrutura, energia, telecomunicações, tecnologia e óleo e gás.

Além dos segmentos diretamente relacionados ao crescimento econômico, os especialistas lembram também a tendência de forte alta na área de bem estar social, o que envolve desde sustentabilidade e meio ambiente até saúde e estética.

ÁREAS PROMISSORAS PARA 2011

 Área comercial e internet

“A área sofreu muito na crise econômica, já que muitas empresas cortaram os profissionais porque as vendas diminuíram”, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. De acordo com o especialista, com o crescimento econômico, as empresas voltam a precisar desses profissionais. Para Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, empresa da área de recrutamento, o segmento de vendas pela internet deve se destacar pelo crescimento das operações. “São necessários profissionais que saibam atuar no desenvolvimento de parcerias de negócios na internet, com expertise na área”, afirma.

 Tecnologia da Informação (TI) e comunicação

Os perfis dos profissionais do setor estão cada vez mais complexos e as empresas precisam de pessoal com qualificações e conhecimentos em plataformas específicas. Além disso, a previsão é que os investimentos em redes sociais continuem a crescer, o que demanda especialistas na área, segundo Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, empresa do setor de recursos humanos. “Tudo o que se fala em termos de desenvolvimento impacta na área de tecnologia”, lembra Alexia Franco, líder da operação da Hays. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, a área de TI cada vez mais se aproxima da comunicação. “Há um crescimento no setor de produção multimídia como um todo”, afirma. Ele destaca, ainda, o segmento de jogos digitais.

 Telecomunicações

O setor de telecomunicações necessita cada vez mais de especialistas em tecnologias como transferências de dados, 3G e Rede IP, cabos, entre outras, diz Alexia Franco, da Hays. Quanto mais cresce o número de usuários de celulares, por exemplo, aumenta a demanda nas redes de telecomunicações e de telefonia celular. “É preciso de profissionais como engenheiros e analistas de telecomunicações para a elaboração de projetos e até mesmo monitoramento e atuação nessas redes”, aponta o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino.

 Varejo e consumo

O crescimento econômico estimula a contratação de profissionais em diversas áreas do varejo, como alimentos, bebidas, cosméticos, roupas e supermercados, entre outros. A demanda é por trabalhadores de vários níveis, desde iniciantes a diretores, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. “O setor não caiu durante a crise, mas há uma nova demanda em função do aumento do nível da renda”, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays. O crescimento no setor gera, ainda, investimentos em campanhas de publicidade e até em novos empreendimentos

 Sustentabilidade, meio ambiente e saúde

Para Selma Morandi, diretora do Grupo Foco, as empresas devem investir cada vez mais em profissionais voltados às áreas ambiental e de sustentabilidade. Nesse caso, a necessidade é por profissionais que acompanham e tenham experiência e especializações no setor. Para o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers, há uma crescente busca pelo bem-estar individual e coletivo. “Cada vez se fala mais sobre ambiente e vida saudável”, disse. Ehlers prevê crescimento também em áreas como estética, turismo e hospitalidade, relacionadas ao bem-estar.

 Energia

Eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além de empresas de fora que pretendem investir no Brasil, demandam profissionais do setor de energia, destaca Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Mas é difícil preencher as vagas. “Falta qualificação nessa área. Os engenheiros ou migraram de área ou foram para o exterior”, diz ela. Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, lembra, ainda, que o crescimento do pais depende do setor da energia, o que torna o setor permanentemente promissor.

 Construção civil

O setor também deverá se beneficiar com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, diz Selma Morandi, diretora do Grupo Foco. Além de programas como o “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, e o crescimento do setor imobiliário no país aumentam a procura por profissionais especializados. “Falta desde mão de obra básica até analistas financeiros voltados à área da construção”, diz o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino. De acordo com o especialista, todos os setores que estão em volta sentem o reflexo, como materiais de construção, imobiliárias e design de interiores.

 Óleo e gás

Descobertas de reservas de petróleo no país aquecem o setor e atraem investimentos, diz Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro. “Há empresas que antes tinham apenas representações e agora já querem ter as próprias estruturas no Brasil”, diz. Além disso, o setor de extração de minérios também está aquecido, diz Selma Morandi, do Grupo Foco

 Infraestrutura e transporte

Assim como nos setores da energia e da construção civil, eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também demandam profissionais voltados para infraestrutura. “Até mesmo a área de shoppings centers e estruturas comerciais precisam de especialistas”, afirma Alexia Franco, líder da operação da Hays. O consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, lembra que o setor de transporte aéreo também deverá se beneficiar.

 Setor farmacêutico

De acordo com Alexia Franco, da Hays, laboratórios do exterior buscam trazer investimentos para o Brasil, o que demanda profissionais técnicos e com atuação científica. Segundo ela, a pesquisa e o desenvolvimento, que sempre foram feitos lá fora, pode passam a acontecer no país.

 Setor contábil, fiscal e financeiro

Por conta do aquecimento da economia, a demanda por profissionais nas áreas contábil, fiscal e financeira é crescente, diz Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. O setor de fundos de investimentos também está em crescimento, aponta Alexia Franco, da Hays. “Há muitos investidores estrangeiros querendo aplicar em fundos de investimentos no Brasil em função do alto retorno”, afirma. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, a demanda por profissionais da área de investimentos será ainda maior se a taxa de juros brasileira continuar a cair. “Passa a ficar desinteressante aplicar na poupança e cresce a demanda por analistas financeiros.”

 Recursos humanos

O aquecimento do mercado de trabalho faz com que as empresas busquem profissionais de recursos humanos qualificados para atuar em áreas como as de desenvolvimento, capacitação, treinamento, gestão e retenção. “Durante a crise, o profissional de RH ficou um pouco esquecido”, diz Alexia Franco, da Hays. Para o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, há demanda também por profissionais que saibam treinar líderes com origem técnica. “Quando você tem um líder que não foi preparado, ele pode provocar situações constrangedoras com o profissional.”

 Seguros e segurança

Algumas áreas são favorecidas por disfuncionalidades do Brasil, lembra o consultor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, que cita o setor de segurança como em crescimento. Ele lembra, ainda, que o bom desempenho da economia e o aumento da renda fazem com que uma nova camada da população tenha acesso a bens que antes não tinha, como automóveis, exigindo das empresas de seguros adequação para esse público

Candidato deve buscar atender mercado

Na hora de mirar um setor para buscar trabalho, não basta olhar apenas para a tendência de crescimento. Especialistas afirmam que os candidatos devem estar qualificados e preparados para essas vagas. “É preciso estar atento ao mercado e buscar aperfeiçoamento profissional”, afirma Selma Morandi, diretora do Grupo Foco.

Veja dez áreas em que faltam profissionais, segundo recrutadoresAlexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, afirma, ainda, que cada candidato deve estar atento ao segmento onde atua, pois cada setor tem sua necessidade. A especialista dá a dica para profissionais de áreas técnicas buscarem experiência na elaboração de projetos. “Tudo depende de projetos atualmente. É preciso saber lidar com cronogramas.”

Alexia destaca a importância de adquirir certificações. Um segundo idioma, principalmente o inglês, também é um investimento importante, segundo a especialista. “Muita gente não investe no inglês e fica para trás.”

Proatividade

Para Alexia, porém, os candidatos precisam ter proatividade e ir atrás do mercado. “Tem muito profissional passivo. É preciso ler jornal, ver as empresas que estão em alta. Quem busca a carreira é o executivo”, diz

Selma concorda e destaca que o importante é estar sempre atualizado em relação às tendências e não esperar que a oportunidade “caia no colo”. É importante, também, ter autoconhecimento para saber o que gosta de fazer e “ir trilhando o caminho”, lembra Alexia.

Para acessar a matéria no G1 clique aqui.

Vencer na vida apesar das adversidades

Publicado: 14/12/2010 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

Natal se aproximando, resolvi compartilhar uma história muito bacana aqui no blog.

Há uns 15 dias encontrei um antigo colega de trabalho que me chamou a atenção e me deu ainda mais força para lutar na vida.

Lembro-me que na época (uns 8 anos atrás) ele era vendedor, não tinha carteira assinada, morava de aluguel, tinha mulher e uma filha pra sustentar e matava um leão por dia para sobreviver. Mas mesmo nesta adversidade toda ele sempre transpareceu ser uma pessoa boa e que tinha vontade de lutar por uma vida melhor. Mas confesso (até meio envergonhada) que nunca botei fé que ele venceria na vida. Achava-o conformado com sua situação e que seria tão, mas tão difícil sair daquela realidade e que seu destino seria continuar a penar na vida.

Para minha surpresa, encontrei ele com sua nova esposa num caixa eletrônico, com um semblante de vencedor, feliz, pleno. Lembro-me dele todo tristonho, cansado de lutar. Agora estava risonho, pra cima. Me contou que ele resolveu apostar nos estudos com todas as  suas forças e provações (inclusive a separação de sua esposa e filha). E agora estava desfrutando o que plantou com tanto esforço. Hoje ele trabalha numa estatal, tem um salário e benefícios bons, tem estudo, uma companheira e pode dar uma vida melhor para sua filha.

Pensei: “Meu Deus como a vida dá voltas!”. Uma pessoa que não tinha nem garantia do que comer no dia seguinte, se esforçou, penou, suou e venceu! Com tão pouco que tinha a seu favor. E nós, muitas vezes temos mais condições e nos falta atitude para ir mais além. Falta força, garra e disciplina.

Esta última mesmo,  acho que é a mais complicada. Para tê-la, temos que matar um leão dentro de nós todo dia. O leão da inércia e da conformação.

Mas, essa história toda me deu mais certeza de que, se nos esforçarmos e termos disciplina,
sem sombra de dúvidas, também conseguiremos vencer na vida. Por que não?

Indicação: Filme Em Busca da felicidade (com Will Smith).

Marketing pessoal pode alavancar a sua carreira

Publicado: 21/06/2010 por fazeradiferenca em Sem categoria

Por Carine Biscaro

Depois de muuuuiiiiito tempo sem postar nada no blog, volto bem animada e com bons conteúdos para compartilhar.

Tive a oportunidade de fazer neste mês de junho de 2010 em São Paulo o curso de ‘Marketing de Relacionamento OnLine’ da Miyashita Consulting. Esta oportunidade foi proporcionada pelo Senac de SC, onde trabalho atualmente. O curso foi muito bom, com profissionais ótimos. Mas falo sobre isso numa outra oportunidade.

Hoje quero aproveitar o espaço para postar um artigo do Marcelo
Miyashita, consultor líder da Miyashita Consulting e um dos principais
palestrantes do país sobre marketing de relacionamento. Espero que vocês gostem.

Segue o artigo…

Investir no marketing pessoal pode alavancar a carreira
Por Marcus Vinícius Benedicto

Nem só pós-graduações ou especializações são ferramentas válidas para turbinar a carreira. Existem no mercado diversas opções de aprendizado voltadas para os chamados marketing pessoal e de relacionamento. São cursos rápidos e que podem ser bastante úteis em diversos momentos da vida profissional.

Investir nessa linha é fundamental para quem pensa em projetar o nome e até a reputação. “Planejar a carreira, definindo e cumprindo objetivos e táticas, é importante para garantir melhor performance e produtividade. E trabalhar o relacionamento pessoal e profissional mostra-se básico para aumentar a atuação no mercado”, explica Marcelo Miyashita, professor da Faculdade Cásper Líbero, consultor líder da Miyashita Consulting e um dos principais palestrantes do país sobre marketing de relacionamento.

É importante fazer uma diferenciação com o termo “marqueteiro”, muitas vezes utilizado de maneira negativa e que, na verdade, tem a ver com profissionais que realizam um trabalho de comunicação e imagem em campanhas políticas, por exemplo.

Neste caso, o marketing é usado como uma maneira de colocar pontos positivos em evidência e quem deixa essa ferramenta de lado tem muito a perder. “A vantagem fica clara na questão do reconhecimento e da reputação. O profissional da empresa é visto e conhecido pelos seus pares, nos ambientes em que circula. Já o profissional do mercado, tem o reconhecimento dos seus pares e, também, dos pares dessas pessoas. E até de quem não o conhecem, mas que já ouviu falar ou leu sobre ele”, explica Miyashita.

Descubra se é o momento de investir no marketing pessoal
Para ter uma ideia se o seu nome é reconhecido no mercado ou se é o momento de investir no marketing pessoal, basta seguir um simples procedimento: vá ao Google. “Faça uma busca e, se aparecerem diversas citações a seu respeito, parabéns. Se retornarem vários homônimos, está na hora de repensar e trabalhar melhor o seu nome. Caso não apareça nada, fique muito preocupado”, alerta o consultor de marketing Marcelo Miyashita.

De acordo com o especialista, esse resultado ruim pode ser conseqüência do fato de que muitas pessoas deixam de aplicar para si conceitos que utilizam nos produtos e serviços com os quais trabalham. “É comum encontrar profissionais, até de marketing, que praticam um péssimo marketing pessoal e isso quando fazem algo. Uma pessoa não pode ser como um produto, só com conteúdo. Claro que essa parte é importante, mas conteúdo sem forma, sem planejamento e posicionamento, não é tão competitivo quanto poderia ser”, afirma Miyashita.

E aproveite, ainda são poucas as pessoas atentas para essa vantagem. “Parece que há uma questão psicológica que leva o profissional a entender que ele só deve fazer o trabalho e deixar a carreira por conta da empresa. Só que o plano de carreira da companhia não necessariamente atende às ambições e objetivos de quem trabalha lá”, observa o consultor.

Marketing pessoal não serve só para quem tem cargos de comando
Quem está em cargos de gerência costuma ter mais evidência em questões como marketing pessoal e networking (a rede de contatos profissionais). Assim, fica a impressão de que eles podem se beneficiar mais dessas ferramentas, o que não é verdade. “Muitos estagiários fazem bem o seu marketing. Um jovem que publica e mantém um blog profissional, às vezes, está trabalhando essa questão muito melhor que o seu chefe, que ainda se enxerga como profissional só da empresa”, afirma o consultor de marketing Marcelo Miyashita.

E os mais novos podem, de fato, tirar vantagem do marketing pessoal. É interessante incentivar os filhos no início de carreira a investirem nessa ferramenta. “Eles formam a geração Y, valorizam e buscam a independência, enxergam a evolução profissional como um crescimento de competências, não de cargos. Sabem que não farão, e nem querem, uma carreira inteira numa mesma empresa. A principal vantagem deles é, desde cedo, começar a utilizar de boas práticas e, assim, conseguir aproveitar melhor as oportunidades” afirma o especialista.

Trabalhar a imagem profissional ajuda na hora de partir para um negócio próprio
O marketing pessoal pode ser aplicado tanto para a empregabilidade quanto para quem pensa em empreender, começar um negócio próprio. O consultor de marketing Marcelo Miyashita explica que um dos principais desafios, no segundo caso, é administrar recursos (dinheiro, tempo, estrutura e pessoas) e conseguir eficiência máxima. “Quem souber construir boas relações durante sua carreira tem na sua rede de relacionamentos e contatos uma grande arma para a administração eficiente de recursos”, ensina o especialista.

Investir no marketing de relacionamento também é uma forma de conseguir “vender melhor o seu peixe”. “Para empreender, é preciso saber formular um bom plano de negócios, que, basicamente, é composto por um planejamento de marketing e um financeiro. Ambos precisam ser bem vendidos e comunicados, devem convencer investidores e parceiros. E técnicas de marketing pessoal ajudam na aprovação dessas idéias”, conclui Miyashita.

Porta Aspirina, publicado em 01/02/2010 em http://www.aspirina.com.br/cuidando_voce/trabalho/materias/marketing_pessoal_pode_alavancar_carreira.php

Os erros que matam empresas

Publicado: 20/01/2010 por fazeradiferenca em 1

Por Carine Biscaro

Muito interessante essa matéria que saiu na Época. Vale a pena a leitura. Bem pontual no apontamento de erros cometidos por empresas.

Álvaro Oppermann – Época Negócios (Janeiro 2010)

Consultores americanos apontam dez decisões erradas que podem implodir um negócio – principalmente se for de pequeno porte

Decisões equivocadas de empreendedores costumam ser tão ou mais lesivas aos negócios do que turbulências financeiras – principalmente no caso de companhias de menor porte. Foi pensando nisso que os empreendedores americanos Luke Johnson e Jay Goltz escreveram sobre os erros mais comuns do mundo empresarial. Johnson é sócio da firma de private equity Risk Capital Partners e colunista do jornal inglês Financial Times. Goltz é dono do Goltz Group, uma pequena rede de varejo de Chicago especializada em objetos de arte e design, e mantém um blog no site do jornal The New York Times. “Empresários tomam centenas ou milhares de decisões por ano, muitas das quais parecem sem consequência. Porém, mesmo os menores detalhes podem ser decisivos à sobrevivência do negócio”, escreve Goltz. A seguir, os dez problemas mais comuns apontados pela dupla, adaptados ao contexto brasileiro.

MAIS DO QUE AS CRISES, AS DECISÕES ERRADAS SÃO O GRANDE RISCO PARA OS NEGÓCIOS

Endividamento crônico – Com a retomada econômica, muitos empreendedores veem o aumento das dívidas como uma situação menos preocupante – o que não é verdade. Os empreendedores precisam ter total clareza dos motivos do endividamento e do destino dos recursos obtidos por meio de financiamentos e empréstimos. Caso a dívida seja de fato maior do que a capacidade da empresa de pagá-la, é recomendável uma renegociação imediata.

Sócios e funcionários errados – Várias companhias dão com os burros n’água por causa de disputas entre os sócios. Jamais entre num negócio sem um acordo por escrito. Numa outra escala, a contratação do empregado errado pode também ser explosiva. Se você não for o responsável direto pelas contratações, treine bem os funcionários encarregados delas.

Contador errado – A tarefa principal do contador não é lançar dados em livros de registros, mas sim auxiliar a empresa na análise e nas decisões estratégicas de negócios. Ele precisa ter um conhecimento profundo das atividades da empresa que assessora. Um contador despreparado ou desatualizado é um risco altíssimo.

Dependência excessiva – É comum, entre empresas pequenas, a dependência a um único cliente. Se ela o perde, os problemas podem ser incontornáveis. A resposta é a diversificação da clientela. Outra dica: como fornecedor, procure se tornar insubstituível. Assim, os riscos de ser cortado por um cliente diminuem.

Caos em TI – Investir uma pequena fortuna em sistemas de informática de performance sofrível é caminho certo para o desastre. Busque um fornecedor que não apenas tenha bagagem técnica mas também inspire confiança.

Entrar numa guerra de preços – A concessão de descontos agressivos pode se tornar uma estratégia suicida. O único ganhador desta batalha é o cliente, que fica mal acostumado com os preços irrisórios. Na disputa pelo cliente, tente oferecer outros diferenciais. O fator preço é o mais arriscado para a saúde do seu negócio.

Aluguel caro – Você se entusiasma, e aluga a sede dos sonhos para o negócio. Isso pode ser uma bomba relógio. Parece óbvio, mas um negócio jamais deve ser iniciado ou expandido sem uma garantia de receita.

Erros de seguro – São comuns três problemas em relação aos seguros. O primeiro, não entender a relação que existe entre o valor do seguro e o valor do que é segurado na empresa. O segundo é não prever processos movidos por funcionários, em questões como assédio moral. Em terceiro, não estar protegido contra a perda de receitas.

Tornar-se antipático – Não é só o mau atendimento que afugenta clientes mas também atitudes sutis, como não aceitar cartões de crédito de determinadas bandeiras ou ser inflexível nas formas de pagamento. São decisões totalmente justificáveis, mas podem irritar os clientes.

Não inovar – Algumas empresas levam o lema do “em time que está ganhando não se mexe” ao pé da letra. A autocomplacência costuma se instalar nas empresas com uma velocidade espantosa. Em alguns casos, é até mesmo saudável incutir no negócio um leve estado de paranoia, como defende o fundador da Intel, Andy Grove.

São Paulo recebe primeiro evento SCIP da América Latina

Publicado: 20/10/2009 por fazeradiferenca em 1

Por Carine Biscaro

Começa hoje e vai até dia 22 de outubro, em São Paulo, a SCIP – Competitive Intelligence Summit – primeiro evento do gênero na América Latina. A SCIP acontece em um momento oportuno, já que a inteligência competitiva é uma área em franca expansão em terras latino-americanas (e também na Ásia). Nesses locais, as empresas enfrentam ambientes competitivos cada vez mais difíceis e instáveis, que exigem estratégias e inteligência para aqueles que quiserem se manter atuantes e inovadores no mercado.

O Brasil foi escolhido para sediar o evento, segundo Martha Gleason, da Sociedade dos profissionais em Inteligência Competitiva, por razões óbvias: “No Brasil, a inteligência competitiva está mais avançada e o país concentra o maior número de profissionais de IC da região”.
 
A Knowtec, que é uma das patrocinadoras oficiais do evento, não poderia ficar de fora dessa. Hoje cedo, Giancarlo Proença, diretor da empresa, e eu, que sou gestora de alguns projetos da Knowtec, embarcamos para São Paulo para participar da SCIP.
 
As técnicas mais avançadas em IC serão abordadas neste evento, que trará ainda apresentações inéditas na área na América Latina. Serão três dias de discussões e apresentações de profissionais com atuação global.
 
Alguns temas que veremos na SCIP:

– Ética e legalidade;

– Visão panorâmica para coletar informações na América Latina;

– Early Warning – Inteligência Colaborativa no Processo de Identificação de Sinais Fracos;

– Inteligência Antecipativa e Coletiva no Processo de Negociação (caso global da Alcoa Alumínios); dentre outros.

 Mais informações sobre o evento: www.scip.org

Essa pequena matéria (pouco mais de uma página) saiu na revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN).
Vale a pena ler e ver a sacada que esse empresário teve. Assim como outras pessoas também devem fazer, ele aprendeu a usar a internet como aliada, expandindo seu mercado de atuação e seu faturamento. 

Tudo mudou (para melhor). Nunca foi tão fácil e barato empreender

 
finamacA fábrica de máquinas de sorvete de Marino Arpino não para mais no inverno, desde que ele descobriu o Google

Em uma manhã de julho, em que os termômetros na cidade de Santo André, na Grande São Paulo, registram 14 graus, o movimento nos quatro andares da fabricante de máquinas de sorvetes Fina-mac é intenso. Nos últimos 19 anos, os operários não trabalhavam em pleno inverno. Eram liberados em fevereiro e voltavam apenas no segundo semestre, quando começavam a pingar os pedidos para o verão. Mas, neste ano, os 29 funcionários não tiveram folga. A sazonalidade, enfrentada desde a fundação da empresa, em 1989, deixou de ser um problema. Por trás dessa mudança está o empre-sário Marino Arpino, 50 anos, e uma aliada: a internet.

Durante toda a década de 90, Arpino apostou nas feiras do setor de alimentação para atrair clientes. Pagava R$ 20 mil por inscrição, mas fechava poucos contratos. A partir de 2000, concentrou suas energias no site. Também não funcionou. A virada aconteceu em 2007, quando Arpino descobriu o Google. O principal site de busca do mundo oferecia uma ferramenta de divulgação poderosa, o link patrocinado. Quando um usuá­rio da rede faz uma pesquisa no buscador, os anúncios das empresas relacionados ao tema procurado aparecem no topo da tela. Gustavo Silva, proprietário da Concórdia, uma padaria de Quaraí, na divisa do Rio Grande do Sul com o Uruguai, entrou no site do Google, escreveu as palavras “máquina de picolé” e encontrou o link da Finamac. “Fechei no mesmo dia a compra de duas e depois encomendei mais três”, afirma.

Arpino começou tímido, investindo R$ 1 mil por mês, e cometeu um erro muito comum aos principi-antes nesse tipo de marketing. As campanhas iniciais, vagas, não apareciam em busca nenhuma. “Eu misturava padaria, bar, restaurante, tudo que pudesse ter ou vender sorvete.” Então ele perce-beu que os resultados poderiam ser melhores se tivesse foco. Bolou uma estratégia usando as ex-pressões “comece seu próprio negócio”, “oportunidade de verão” e “desemprego.” E outras nove pa-ra diferentes públicos. Era o caminho para bombar na web. “Passei a receber dez e-mails por dia. Quanto mais gastava com os links, mais e-mails recebia”, diz.

A possibilidade de vender para lugares distantes, no Brasil e no mundo, o fascinou. Até então, as exportações representavam 5% do seu faturamento anual de R$ 2,5 milhões e seguiam para quatro paí­ses da América do Sul. Depois de traduzir suas campanhas no Google para o inglês e o espa-nhol, a receita pulou para R$ 4 milhões no ano passado e as exportações chegaram a R$ 800 mil — 20% do total. Da fábrica, saíram máquinas para os Estados Unidos, México, Israel e países do Leste Europeu. Para ganhar o mundo, ele adotou outra ferramenta, o VoIP, tecnologia que permite fazer ligações gratuitas pela internet para qualquer ponto do planeta. Em dois anos, a conta de telefone caiu 40%.

Como resultado dos R$ 10 mil que gasta por mês nos links patrocinados, Arpino recebe diariamente 30 e-mails de pessoas do mundo todo interessadas em seus produtos. “Se investisse mais, o resul-tado seria até maior. Mas minha empresa ainda não tem estrutura para atender a muitos pedidos. A capacidade mensal de produção é de 40 máquinas”, afirma, sem reclamar. Neste ano a Finamac espera faturar R$ 5 milhões. “O importante é que competimos de igual para igual com os italianos, que sempre foram referência no setor de sorvetes.”

Nas duas décadas que separaram a criação da Finamac da conquista de novos mercados o mundo mudou. Completamente. Aprendemos a conviver com blogs, Google, Orkut, Twitter, Skype. Hoje não basta ter um site. Com a web 2.0 é preciso estar conectado com todos esses recursos — e isso é muito mais simples, rápido e lucrativo do que se imagina. Até montar um site ficou fácil. Existem pa-cotes prontos no mercado a partir de R$ 8 (veja mais no site www.globo.com/pegn). “Acredito que atualmente seja possível montar e operar uma empresa com 20% a 30% do custo necessário há 20 anos”, diz o pioneiro do comércio eletrônico brasileiro, Jack London (leia seu perfil na pág. 79). As ferramentas da internet estão disponíveis para grandes e pequenas empresas: quem usá-las melhor é que vai se dar bem. “O problema é que as pequenas esperam que dê certo nas grandes antes de arriscar quando, na verdade, podem adotar as inovações de uma forma mais rápida por não ter tanta burocracia, afirma Sílvio Meira, cientista chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Reci-fe (C.E.S.A.R.).

Fonte: PEGN, edição 247, agosto de 2009.
Reporter: Omar Paixão

Buscadores além do Google

Publicado: 25/08/2009 por fazeradiferenca em 1

buscadores

Por Carine Biscaro

O nosso diretor Giancarlo Proença (da Knowtec) nos trouxe uma reportagem que saiu na revista Windows Vista (Edição 21, agosto de 2009) com outros buscadores que dispõem de soluções interessantes. Além de diversificar suas buscas, também permitirão que você encontre qualquer coisa na web de acordo com a sua necessidade de pesquisa.

Buscadores em geral

COLLECTA
Site: www.collecta.com
OBS: busca em redes sociais (blogs, twiter, orkut, etc). Indicado para quem quer saber o que estão comentando sobre uma pessoa, marca, empresa.

HAKIA
Site: www.hakia.com
OBS: busca semântica (mais inteligência na procura. Buscar termos e não apenas palavras-chave)

MAHALO
site: www.mahalo.com
OBS: traz a informação muito organizada e “mastigada”.

PIPL
Site: www.pipl.com
OBS: Pesquisador especializado, voltado a nichos, como músicas e nomes por exemplo.

Buscadores de imagens

TINEYE
site: www.tineye.com
OBS: procura por imagens na web (não testei a fundo a ferramenta, achei um pouco complexo de usar)

PANIMAGES
Site: www.panimages.com
OBS: busca por imagens na web também só que de maneira diferente.
Você digita uma palavra e o sistema retorna o resultado em idiomas alternativos.
Utiliza o próprio Google Images.

Buscadores com interface elaborada (para quem valoriza a aparência e não a rapidez)

VIEWZI
Site: www.viewzi.com
OBS: Para pessoas que preferem um buscador com design mais elaborado. Não conta com banco de dados próprio (e sim aproveita o de outros serviços). O formato que apresenta os resultados é distinto e inteligente em forma de captura de telas.

SEARCHME
Site: www.searchme.com
OBS: Mais elaborado ainda que o Viewzi, apresentando páginas em grandes capturas que podem ser alternadas de acordo com a relevância. Porém pode ser mais demorado e pesado para abrir.

Buscadores de músicas

SKREEMR
Site: www.skrmeer.com
OBS: Voltado para busca de músicas. Busca arquivos para download gratuito em sites e blogs e também pequenos trechos de canções como amostra.

IHEARD
Site: www.iheard.com
OBS: é um catálogo com milhares de rádios existentes na internet

GROOVESHARK
Site: listen.grooveshark.com
OBS: deixa de lado as listas e disponibiliza a busca de músicas por artistas e títulos.

Buscadores de Vídeos

TRUVEO
Site: www.truveo.com
OBS: busca nas mais variadas fontes, desde o Youtube a portais de notícias como o UOL.

Buscadores de projetos open source

KODERS
Site: www.koders.com
OBS: site específico para programadores, busca projetos com código aberto (open source)

WOLFRAMALPHA
Site: www.wolframalpha.com
OBS: Considerado mais inteligente que seus concorrentes, mesmo sendo limitado a sua base de dados.